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Site do Innovation Summit Brasil 2019 já está no ar

Sex, 15 de Março de 2019 10:34

O evento acontece de 12 a 14 de agosto em Florianópolis-SC. O novo site está disponível em www.innovationsummitbrasil.com.br 

 

 O site do Innovation Summit Brasil já está disponível na web para todos os interessados. Além das principais informações sobre o evento, como objetivo e detalhes sobre o tema, em versões em inglês e espanhol, a página também traz dados sobre os realizadores, o correalizador, os organizadores locais, e a sede, Florianópolis – SC; além do mapa do local, e dicas de turismo na região.

 

Na página inicial, os usuários são apresentados ao evento, que pretende formular proposições para apoiar e estimular o investimento em empreendedorismo inovador no país, reunindo diferentes agentes para definição de ações voltadas ao fortalecimento da capacidade de inovação, da competitividade da economia do país, dos ambientes promotores de inovação, da pesquisa científica, da interação entre instituições de pesquisas e empresas, da atração de capital, da cultura empreendedora, e da geração de emprego e renda.

 

A home, que já conta com algumas notícias iniciais, será atualizada periodicamente com todas as novidades sobre o Summit. Nessa página também é apresentada uma contagem regressiva, que mostra que faltam 167 dias para o início do Summit.

 

Em ‘O Evento’, o visitante conhece um pouco mais sobre o tema “Ecossistemas de Inovação: Criativos, Conectados e Competitivos”, e sobre os realizadores.

 

Realizado pela Rede Nacional das Associações de Inovação e Investimentos (RNAII), o Innovation Summit Brasil 2019 conta com correalização do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), e apoio local da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate) e da Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (Certi).

 

A RNAII é uma iniciativa inédita de colaboração das grandes entidades fomentadoras do empreendedorismo inovador, em prol de todo o ecossistema brasileiro de ciência, tecnologia e inovação. Composta pela Abipti (Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação); ABstartup (Associação Brasileira de Startups); Abvcap (Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital); Anjos do Brasil; Anpei (Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras); Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores) e pelo Fortec (Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia), a Rede congrega uma cadeia com milhares de associados de natureza diversificada, para efetiva colaboração e fortalecimento de ações, públicas e privadas, focadas na transformação do conhecimento em riqueza.

 

Juntas, essas associações representam mais de mais de 150 instituições de pesquisa, 300 gestores de núcleos de inovação, 370 ambientes de inovação (incubadoras, aceleradoras, parques tecnológicos), 120 investidores de venture capital, 5000 startups, 7000 investidores anjos, e 200 empresas inovadoras de grande e médio porte.

 

Na página “A Sede”, o site traz números que confirmam porque Florianópolis é exemplo de como a criação de ambientes colaborativos pode formar um ecossistema de inovação sólido. Ainda nesse link, o usuário encontra o endereço e o mapa do Centro de Eventos Governador Luiz Henrique da Silveira.

 

Além de atrativa pelo seu ecossistema empreendedor, a cidade também é referência em turismo. Por isso, nessa página, a organização do evento dá dicas de locais para serem visitados, como o Centro Histórico, a Ilha do Campeche, o Museu O Mundo Ovo de Eli Heil, e muitos outros.

 

Confira o site e reserve a data! www.innovationsummitbrasil.com.br 

 

 Serviço

 

Innovation Summit Brasil 2019

 

Data: 12 a 14 de agosto

 

Local: Florianópolis – SC

 

Mais informações: www.innovationsummitbrasil.com.br 

 

Fonte: Portal ABIPTI

A entrega de 72 bolsas de pesquisa aos cientistas do Museu visam estimular as pesquisas inovadoras que contribuirão para restabelecer parte da coleção que foi perdida
 
Na próxima quarta-feira, dia 13 de março, serão entregues 72 bolsas de pesquisa aos cientistas do Museu Nacional. O edital de Apoio Emergencial ao Museu Nacional foi uma iniciativa da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (Faperj).
 
Para o presidente da Faperj, Jerson Lima Silva, “se uma boa parte do patrimônio físico do Museu Nacional foi perdida com o incêndio, cabe a todos, incluindo a Faperj, apoiar o patrimônio intelectual da instituição”. As outorgas aos 72 pesquisadores do Museu visam estimular as pesquisas inovadoras, que contribuirão para restabelecer parte da coleção que foi perdida.
 
No valor total de R$ 2 milhões e 592 mil, o edital prevê um valor mensal de R$ 3 mil para cada um dos contemplados. O diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner, afirma que esse aporte de recursos possibilitará a continuidade das pesquisas do museu, pois a instituição não será reconstruída apenas com os servidores. “É preciso o apoio de diferentes segmentos da sociedade brasileira e internacional.”
 
Entre os 72 projetos contemplados estão:
 
“Dinossauros, múmias, meteoritos e muito mais: recuperação estrutural e operacional do Laboratório de Processamento de Imagem Digital”. Neste projeto, Sérgio Alex Kugland de Azevedo pretende recuperar a estrutura computacional do laboratório que foi totalmente destruída pelo incêndio que atingiu o Museu em setembro de ano passado. Eram 20 computadores de alto desempenho, além de scanners tridimensionais de superfície, tomografia tridimensional helicoidal, fotogrametria e equipamentos para impressão tridimensional, nos quais mais de 500 peças do acervo como múmias, meteoritos, estelas egípcias, urnas e vasos e o crânio de Luzia foram digitalizadas e alguns reproduzidos.
 
“Os pretos novos contam sua história: bioarqueologia dos africanos enterrados no cemitério de escravizados do Valongo/RJ nos séculos XVIII e XIX”. De autoria de Andrea de Lessa Pinto, este projeto busca aprofundar o conhecimento sobre os remanescentes humanos recuperados no Cemitério Pretos Velhos, no Cais do Valongo. A pesquisa investigará os ossos que estavam sob a guarda temporária do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Velhos e, por conta disso, foram salvos do incêndio. A descoberta do cemitério em 1996 trouxe grande quantidade de remanescentes humanos que permitiram a construção de alguns cenários sobre o estilo de vida dos africanos trazidos como escravos para o Rio de Janeiro, assim como a forma dos seus corpos serem tratados após a morte. Curiosidades são encontradas em dentes, queima dos corpos antes dos enterros, entre outras.
 
“Humilhação e excesso: caminhos de análise para uma antropologia da diferença e da desigualdade social em relação a raça, gênero e sexualidade”. De Maria Elvira Diaz Benitez, o projeto situa-se em uma atualidade de ânimos acirrados e violência social e se propõe a discutir como gênero, raça e sexualidade são abordados por meio da prática da humilhação, como também no sentir-se humilhado, e focará na pesquisa sobre estupro, feminicídio, castigo racial, abandono social, e nos ataques com ácido a mulheres por ex-parceiros.
 
“Identificação, classificação, restauração, catalogação e reconstrução de meteoritos do acervo do Museu Nacional.” A pesquisadora Maria Elizabeth Zucolotto pretende reconhecer e catalogar amostras do Sistema Solar que tem entre 4,5 a 4,6 bilhões de anos. Icônico ao incêndio do Museu Nacional, o Bendegó intacto foi apenas um dos vários exemplares que ali existiam. Muitos, porém, se desintegraram, enferrujaram e se perderam nos escombros. Com este projeto, a pesquisadora pretende resgatar exemplares desta que é considerada  a maior coleção de meteoritos do Brasil.
 
“Reconstrução e informatização da Coleção Entomológica do Museu Nacional”. Gabriela Jardim dará andamento ao projeto de reconstrução desta coleção, considerada uma das maiores, mais antigas e representativas da América Latina. Com cerca de cinco milhões de espécimes e mais de 3.600 tipos de primatas, a Coleção ficava situada no Palácio São Cristóvão e só não foi totalmente perdida, pois os dípteros estavam em outro local. Além, disso a equipe do Museu conseguiu recuperar parte que havia sido digitalizada.
 
SERVIÇO
Data: 13 de março de 2019
Horário: 10 horas
Local: Auditório do Prédio Anexo do Palácio Guanabara
Rua Pinheiro Machado, s/n – Laranjeiras
 
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