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Aquecimento global e agrotóxicos

Qua, 27 de Fevereiro de 2019 09:22

O controle químico de pragas tem pouco mais de 60 anos; o biológico, pelo menos 400 milhões de anos, que é o tempo em que os insetos estão neste mundo. O que os agrotóxicos têm feito é quebrar as interações harmoniosas milenares, criando mais problemas do que solucionando-os

 

Insetos polinizadores, como as abelhas sem ferrão (jataí, arapuá), mamangavas e abelhas melíferas têm importância fundamental na produção agrícola e na qualidade dos alimentos. Estima-se que no Brasil o valor econômico da polinização seja de US$ 12 bilhões, equivalentes a 30% da produção das culturas agrícolas. A polinização, em nosso país, é essencial (90% a 100%) para maracujá, melancia, acerola e melão; alta (40% a 90%) para maçã, pera, ameixa, pêssego, abacate, goiaba, girassol e tomate; modesta (10% a 40%) para coco, café, canola, algodão e soja; e baixa (0% a 10%) para feijão, caqui e laranja. Para os Estados Unidos, os valores são os seguintes: amêndoas (100%), maçã (90%), pêssego (48%), laranja (27%), algodão (16%), soja (5%). Morangos produzidos em ambientes fechados, sem polinizadores, apresentam frutos deformados, de baixo valor econômico. Milho, arroz e trigo são polinizados pelo vento. O Brasil é o oitavo país no mundo em produção de mel, com faturamento aproximado de R$ 360 milhões (2015), sendo mais da metade dele exportado.

 

Apesar da importância crucial dos polinizadores na produção de alimentos e do potencial econômico da apicultura e da meliponicultura, as abelhas vêm sendo dizimadas em todo o mundo. Na China, a situação tornou-se dramática, surgindo os “homens abelhas”, pessoas que precisam subir em árvores para realizar o papel dos polinizadores, extintos em várias regiões, pelo uso excessivo de agrotóxicos. Estudo conduzido na Escola Politécnica (USP) mostra que o aquecimento global poderá ter significativo efeito sobre esses insetos, notadamente na região Sudeste do Brasil, reduzindo a produção agrícola de várias culturas.

 

Leia na íntegra: Valor Econômico

 

O Valor Econômico não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante.

 

Fonte: Jornal da Ciência, 25/02/2019, com informações Valor Econômico

 
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