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Um Norte científico: vice-presidente da Abipti na região Norte fala sobre as atuações regional e nacional da Associação

Ter, 05 de Fevereiro de 2019 14:22

O Brasil é um país de dimensão continental. Com isso, cada região tem suas particularidades em diversos aspectos, e isso não é diferente quando falamos sobre o desenvolvimento do setor de ciência, tecnologia e inovação.

 

Em 2016, o governo brasileiro lançou a Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação com planos para de realização até 2022. Um dos objetivos é reduzir assimetrias regionais na produção e no acesso à CT&I. Isso acontece, pois, o Brasil ainda concentra grande parte dos investimentos deste setor na região Sudeste.

 

Disseminar a excelência e elevar a participação no setor de CT&I pelo país são iniciativas cruciais para a prosperidade econômica. E a Abipti, com seus vice-presidentes em todas as regiões do país, tem trabalhado para ampliar o investimento na área no Brasil inteiro.

 

Em entrevista, André Tapajós, vice-presidente da Associação na região Norte, fala sobre a importância do trabalho realizado pela Abipti e comenta como o foco no desenvolvimento regional em CT&I pode ser uma estratégia para ajudar a região Norte a se desenvolver e ganhar destaque.

 

Além disso, Tapajós conta quais são os maiores desafios do setor atualmente, e os planos da Abipti para enfrentá-los. Confira:

 

Portal Abipti: Ao longo destes 38 anos, a Abipti contribuiu muito para o ecossistema de inovação. Você poderia destacar alguns dos feitos que considera mais importantes, e por que?

 

André Tapajós: A Abipti tem diversas realizações nesses 38 anos, mas julgo que a mais relevante é conseguir estar presente em todas as regiões do Brasil com associados de alto nível. O Brasil é um país imenso, com diversidades regionais, e com muita inovação acontecendo em diversos setores. Acho que o fato da Abipti conseguir reunir estas entidades em uma interlocução nacional é um feito muito relevante. Com essa base de associados temos condições de executar grandes projetos nacionais e dar apoio ao governo com muita propriedade. Essa capilaridade é um dos ativos intangíveis da Abipti que devemos proteger e melhorar cada vez mais.

 

Portal Abipti: A Associação se preocupa em manter representantes em todas as regiões do Brasil, como isso contribuí para o trabalho com os associados?

 

André: A vantagem para o associado é poder participar de uma associação que congrega outras entidades nacionais e permite que pautas específicas sejam potencializadas nacionalmente, conquistando o apoio de todas as instituições associadas no Brasil. Quanto mais forte e unido for o setor, mais condições teremos de fazer um bom trabalho e buscar inovações de excelência, projetando no mercado as entidades brasileiras.

 

Portal Abipti: Como é a atuação da Abipti na região Norte? Quais são os temas e propostas mais discutidas?

 

André: Pela complexidade da região, a demanda por apoio institucional é grande, o que implica no desafio de melhorar, cada vez mais, o nosso trabalho. Aqui, na região Norte, temos pautas relacionadas à Lei de Informática, Glosas da Suframa, ISS junto à Prefeitura de Manaus e outras de apoio ao setor que são discutidas e defendidas. As instituições associadas à Abipti esperam que, neste ano, essas demandas sejam encaminhadas de maneira satisfatória, junto ao governo federal e municipal.

 

Portal Abipti: De que forma a Abipti tem atuado para debater sobre a importância do fomento à CT&I na região Norte?

 

André: A Abipti tem participado das reuniões locais e levado os temas urgentes às reuniões nacionais que ocorrem em Brasília. Acredito que podemos melhorar nossa a atuação buscando novas formas de interação com as instituições associadas. Diversas sugestões já foram levadas à diretoria em Brasília. Agora é arregaçar as mangas e colocar em prática.

 

Portal Abipti: Quais são as principais dificuldades enfrentadas em sua região e o que pode ser melhorado para que o associado da Abipti seja efetivamente atendido em suas demandas?

 

André: Aqui, na Região Norte, as principais dificuldades são associadas à Lei de Informática e à cobrança de ISS em projetos de P&D por parte da Prefeitura de Manaus. Existem outras demandas importantes em volta disso, mas esses assuntos representam a maioria das demandas dos nossos associados. Acredito que uma melhoria seria um Escritório Regional da Abipti para dinamizar essas demandas junto ao governo. Como somo uma entidade de representação de classe, basicamente, devemos melhorar nossa estrutura de articulação local em cada região. Acredito que, neste caminho, estaremos nos aproximando das demandas dos associados e contribuindo com sua missão institucional.

 

Portal Abipti: O que a mudança da sede da Abipti para o BioTic representa em termos de possibilidade para os institutos e para o ecossistema de inovação?

 

André: Estar em um parque tecnológico, que agrega outras entidades, permite uma maior articulação e integração entre as diversas entidades que trabalham a inovação no Brasil. Antes, as instituições estavam dispersas geograficamente e, agora, estão apenas a alguns passos de distância, isso permite com que os fluxos de projetos e colaborações cresçam entre as entidades, de forma a projetar a Abipti em novos desafios para o Brasil. Acho que este modelo de parque tecnológico deve ser replicado em todas as capitais do país.

 

Fonte: Portal ABIPTI

 
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