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CNPq participa de congresso de biotecnologia

Ter, 20 de Novembro de 2018 15:00

O evento acontece em Brasília, de 18 a 21 de novembro.

 

O diretor de Ciências Agrárias, Biológicas e da Saúde e presidente substituto do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifíco e Tecnológico (CNPq), Marcelo Morales, participou de um dos painéis do 7º Congresso Brasileiro de Biotecnologia e do 2o Congresso Ibero-Americano de Biotecnologia.

 

Morales começou a apresentação falando sobre a história e iniciativas do CNPq na área de biotecnologia, que foi criada em 2004. "Há pouco tempo abrimos uma área específica no CNPq para receber os projetos em biotecnologia, que é extremamente importante para a ciência e inovação", afirmou o diretor.

 

Segundo ele, nesses 14 anos foram investidos 20 bilhões de reais, divididos entre bolsas e auxílios. São mais de 22 mil pesquisadores cadastrados na plataforma Lattes que fazem pesquisas em alguma área da Biotecnologia. Marcelo também encorajou os pesquisadores a migrarem para a biotecnologia e assim demandarem mais investimentos.

 

Para ele o grande desafio do futuro é posicionar o Brasil entre os países com maior desenvolvimento em ciência e tecnologia e aprimorar as condições institucionais para elevar a produtividade a partir da inovação, reduzir as simetrias regionais da produção e o acesso à ciência e tecnologia e desenvolver soluções inovadoras para inclusão produtiva e social. Além de fortalecer as bases para promoção do desenvolvimento sustentável.

 

"A ciência e tecnologia e inovação tem que passar a ser eixos estruturantes do desenvolvimento nacional. Se nós não fundamentarmos o nosso desenvolvimento, baseado em conhecimento, nós ficaremos como nação que vai depender da tecnologia externa. Nós temos que a partir de ontem pautar o nosso desenvolvimento em ciência e tecnologia" disse Morales.

 

Segundo Morales o Brasil produz muito com poucos recursos. "Nossas universidades são as que mais produzem patentes no mundo. Nos Estados Unidos, as universidades são responsáveis por 4% das patentes. Enquanto no Brasil, são responsáveis por 20%".

 

"Então a gente faz muito mais daquilo que a gente deveria fazer e fazemos muito bem. Isso é muito importante. Nos publicamos muito, mas temos que produzir mais, transformar o conhecimento em riqueza. Esse é o grande desafio do país, o fato de produzir trabalhos científicos é um passo importante para que a gente chegar até aqui e falar em inovação. Sem ciência básica e sem conhecimento básico, não tem como se falar em inovação", concluiu o diretor.

 

A Conferência tem como objetivo oferecer promover o encontro entre especialistas, trocar informações e fortalecer a colaboração entre pesquisadores, profissionais e acadêmicos da academia e da indústria.

 

Durante a conferência de quatro dias, o seminário conta com sessões plenárias, palestras, pôsteres e apresentações orais, discussões sólidas sobre os avanços recentes e novas estratégias em Biotecnologia Vegetal, Industrial, Ambiental, Animal e Humana, bem como um excelente panorama das iniciativas e redes biotecnológicas atualizadas na América Latina, Espanha e Portugal.

 

Fonte: Portal CNPq

 
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