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Brasil distribui a metade dos exames de covid-19 que prometeu e não tem ideia de quantas pessoas foram testadas

Qua, 20 de Maio de 2020 17:28

Realização de diagnósticos em massa é citada pela OMS como essencial para planejar as ações de combate ao vírus e para saber quando é seguro relaxar o isolamento social. Governo admite que não sabe quando será a desaceleração do contágio

 

Com 13.993 mortes e 202.918 casos confirmados de covid-19 até esta quinta-feira, o Brasil segue uma curva ascendente de transmissão do novo coronavírus sem ainda ter conseguido resolver o gargalo de testagem que enfrenta desde o início da epidemia. Embora tenha anunciado esforços para ampliar o número de testes disponíveis, o país só conseguiu distribuir até agora menos da metade (8,1 milhões) dos 17 milhões de exames que planeja entregar até o final de maio. E não sabe, sequer, qual o total de testes já realizados até hoje na população, já que não conseguiu, até agora, somar aos dados que compila (só com laboratórios públicos) os exames realizados na rede privada —apenas os resultados positivos feitos nos locais particulares entram no boletim diário divulgado pelo Ministério da Saúde. A experiência internacional mostra que países que testaram mais têm apresentado mais êxito no combate ao coronavírus, já que a informação ajuda a subsidiar o planejamento de estratégias a serem adotadas contra a doença, inclusive, para determinar quando é possível flexibilizar as medidas de isolamento social.

 

Desde o começo da epidemia e especialmente depois de detectar oficialmente o primeiro caso de coronavírus no país, há 78 dias, o Governo anuncia esforços para ampliar sua capacidade de testagem. Mas com escassez de insumos e a demora para processar os exames, segue olhando para uma fotografia do passado enquanto a epidemia avança por seu território. O Governo anunciou há semanas que faria uma espécie de inquérito para tentar estabelecer qual a fatia da população brasileira já contraiu o vírus. Com o auxílio de técnicos do IBGE, testaria a população por amostragem. Os exames deste estudo ―que terá três fases até o de junho― só começaram a ser aplicados de fato nesta quinta-feira (14). Nesta primeira fase, 33.250 pessoas serão testadas em 133 cidades. É o início de um trabalho que tenta medir o tamanho da epidemia em um país diverso e de proporções continentais.

 

Fonte: Jornal da Ciência, 15/05/2020, com informações de El País Brasil

 
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