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Governo brasileiro promove ações contra queimadas e desmatamento ilegal na Amazônia

Qua, 25 de Setembro de 2019 16:30

Grande produtor de alimentos, o Brasil também é uma potência em preservação ambiental. E este será um dos temas apresentados pelo governo brasileiro durante a 74 ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York, nos Estados Unidos.

 

O combate às queimadas nos biomas brasileiros é um dos compromissos do governo com o meio ambiente. O clima seco na maior parte do país e o desmatamento ilegal aumentaram os focos de incêndio, principalmente na Amazônia. Em resposta, o Governo Federal editou decreto de Garantia da Lei e da Ordem Ambiental (GLOA), publicado em 24 de agosto, que autoriza o uso das Forças Armadas no combate às queimadas na Amazônia. O prazo que se encerraria em setembro foi prorrogado pelo presidente Jair Bolsonaro para até 24 de outubro.

 

O decreto vale para áreas de fronteira, terras indígenas, unidades federais de conservação ambiental e regiões da Amazônia Legal, que engloba os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, e parte do Mato Grosso, Tocantins e Maranhão.

 

De acordo com o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, o governo agiu de forma rápida para ajudar os estados no combate ao fogo. “Foi uma resposta muito rápida que permitiu não agravar a situação e permitiu a gente ter o controle da situação em relação às possíveis queimadas em relação à Amazônia Legal”, disse o ministro.

 

Balanço

 

A Operação Verde Brasil completa um mês com a aplicação de 112 termos de infração totalizando R$ 36,3 milhões em multas. As penalidades foram aplicadas por irregularidades como desmatamento, apreensão de madeira e garimpo ilegal na região da Amazônia Legal.

 

No período, um total de 63 pessoas foram detidas por atos ilegais na região e 28 veículos foram apreendidos. O balanço do primeiro mês da operação foi divulgado nesta segunda-feira (23) pelo Ministério da Defesa.

 

A operação soma 8.170 militares e integrantes de agências municipais, estaduais e federais atuando no combate às queimadas e repressão ao desmatamento da floresta e do garimpo ilegal. Nesse trabalho são empregadas 143 viaturas, 12 aeronaves e 87 embarcações.

 

Os dados do balanço mostram ainda que durante o mês de ação da Operação Verde Brasil foram combatidos 571 focos de incêndio por terra e 321 por meio aéreo. O ministro da Defesa, Fernando Azevedo, destacou que além do combate ao fogo, a operação tem importância ao evitar novos focos de incêndio e outros atos ilegais na região da floresta. Na avaliação do ministro, os resultados foram expressivos.

 

“O importante também da nossa presença nessa região é o aspecto dissuasório. O pessoal que estava fazendo ilícitos, quando vê as Forças Armadas junto com outros órgãos, às vezes some. Isso ajuda prevenir os ilícitos e os incêndios. É muito importante a presença dissuasória da GLO [Garantia da Lei e da Ordem]”, defendeu o ministro.

 

A Operação também conta com apoio de outros países. Do Chile vieram quatro aeronaves para o lançamento de água e agente químico. Israel enviou bombeiros especializados para o combate ao fogo, e os Estados Unidos mandaram agentes peritos em investigação de incêndios. Japão, Argentina e Equador também ofereceram ajuda, como equipamentos e brigadistas.

 

Soberania Nacional

 

Durante a Assembleia Geral da ONU, o governo vai destacar a soberania do Brasil na região Amazônica. Ao participar de videoconferência com presidentes dos países que fazem parte da Amazônia, no dia 6 de setembro, o presidente Jair Bolsonaro ressaltou o posicionamento brasileiro.

 

"Só dessa forma, com a nossa união, sem nenhum momento ceder a qualquer tentação externa de deixar sob administração de terceiro a nossa área, é que nós podemos fazer com que essas riquezas revertam em forma de benefícios, em forma de bem-estar para os nossos povos”, disse o presidente.

 

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, também defendeu a soberania da Amazônia. Em Washington, nos EUA, o chanceler brasileiro reforçou a importância do desenvolvimento da região.

 

"Nós queremos, juntos, criar mecanismos para desenvolver a região amazônica, pois estamos convencidos que essa é a única forma de realmente proteger a floresta", disse Araújo ao citar a criação de empregos e desenvolvimento econômico para a região.

 

O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, disse que a soberania é indiscutível. “A soberania brasileira não se discute. A Amazônia brasileira já diz: é brasileira”, disse. “A Amazônia brasileira é brasileira e as Forças Armadas ajudam a manter a soberania nesta área”, acrescentou.

 

Fonte: Portal do Governo do Brasil

 
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