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Brasil tem tudo para ser estratégico no cenário global da Bioeconomia

Ter, 30 de Julho de 2019 08:37

O tema “Bioeconomia: inovação e sustentabilidade nas cadeias produtivas” foi abordado em mesa-redonda na 71ª Reunião Anual

 

Por ser o país com maior diversidade genética em espécies vegetais e possuir uma sociobiodiversidade muito rica, setores público e privado consentem que o Brasil tem grande potencial para despontar no cenário da bioeconomia global. As discussões atuais se voltam à aproximação com o ambiente inovador, à organização e ao empreendedorismo nas cadeias produtivas e às parcerias nacionais e internacionais.

 

O tema “Bioeconomia: inovação e sustentabilidade nas cadeias produtivas” foi abordado por Daniel Lage Chang, do Ministério da Ciência Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC); Maria Beatriz Bley Martins Costa, do Planeta Orgânico; e Renato Roscoe, da Arkun Consultoria na mesa redonda organizada pelo Sebrae/MS e instituições parceiras durante a 71ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

 

Para Daniel Chang os brasileiros desenvolvem pesquisas muito interessantes sobre o uso das plantas e frutos, entre outros recursos, mas para ampliar o desenvolvimento da bioeconomia precisam transformá-las em negócios. “E o ambiente inovador tem essa característica empreendedora, de desenvolver modelos e alternativas de produtos e serviços. Aproximar esses dois mundos é uma combinação que pode dar muito certo nas diferentes regiões do Brasil e acredito que aqui no Mato Grosso do Sul existe uma grande oportunidade também para ser explorada”, disse.

 

Renato Roscoe lembrou a importância de se olhar para a cadeia produtiva como um todo, pensando em todos os elos e na sustentabilidade. Ele apresentou dois casos reais de desenvolvimento de cadeias, do crambe e da bocaiuva. “Por mais potencial que tenha um produto se a cadeia não for bem estruturada, se não se levar em consideração todos os pontos antes de se produzir, não haverá viabilidade. Além de entender do produto em si, suas características e benefícios, é preciso entender o mercado de insumos, as tecnologias disponíveis para a produção e o mercado de distribuição, ou seja, tudo o que é necessário para ele chegar até os consumidores. É preciso que todos os envolvidos na cadeia entendam que estão trabalhando com um negócio”, alertou.

 

No que tange às parcerias Maria Beatriz Bley Martins Costa sinalizou que o Brasil avança. “É muito bom estar aqui e ver os jovens envolvidos com sustentabilidade de bioeconomia. Na conferência Green Rio deste ano o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo Fernando Schwanke lançou o ‘Programa Bioeconomia Brasil – Sociobiodiversidade’, que acredito ser um divisor de águas. É um programa voltado à agricultura familiar e ao cooperativismo, baseado no uso sustentável dos recursos. Na conferência foram oportunizadas várias conversas entre as entidades nacionais e internacionais e alguns acordos foram assinados por conta de contatos anteriores. Estou muito feliz de ver que estamos entrando nesse cenário com muita competência e com a riqueza da biodiversidade que nós temos”, afirmou.

 

Daniel Chang, que é coordenador de Programas e Projetos em Bioeconomia no MCTIC, relatou que são várias as ações atreladas a um plano de desenvolvimento em ciência, tecnologia e inovação para a Bioeconomia. “Uma delas foi uma chamada para apoio a projetos, intitulada Nexus, voltada a soluções para uso sustentável dos biomas brasileiros. Estamos também desenvolvendo novas ideias com a valorização, por exemplo, das cadeias produtivas da sociobiodiversidade, que devemos lançar em breve, com a participação de alguns parceiros. Temos ainda ações dos institutos e agências ligadas ao Ministério, com programas de startups, entre outros, e os parceiros que atuam mais diretamente com a promoção desse tipo de atividade”.

 

Fonte: Jornal da Ciência, edição extraordinária 26/07/2019, com informações UFMS

 
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