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Pesquisadores veem desmonte da ciência com cortes em bolsas do CNPq

Seg, 06 de Maio de 2019 10:39

 

“Não tem como o Ministério funcionar com um corte de quase 50% do seu orçamento”, avalia o pró-reitor de Pós-graduação e Pesquisa da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Lucindo Quintans

 

Com um dos menores orçamentos do país, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), não vê outra saída a não ser frear investimentos em pesquisas científicas. Para piorar a situação, o governo anunciou no início deste mês um corte de 42% na pasta. A redução de recursos chegou a R$ 2,1 bilhões de um orçamento anual de R$ 5,07 bilhões. O ministério agora conta com um orçamento final de R$ 2,9 bilhões. Diante desse panorama, pesquisadores preveem um desmonte nas bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e um futuro incerto para a ciência no Brasil.Segundo o Pró-Reitor de pós-Graduação e Pesquisa da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Lucindo Quintans, as universidades são importantes recintos de pesquisa científica. Ele destaca que as instituições de ensino superior são movidas por uma combinação harmônica de Ensino, Pesquisa e Extensão. “O CNPq é o braço direito que faz com que essa relação entre esses diferentes campos possam continuar”, diz. Sem um aporte seguro do MCTIC, ela acredita que as pesquisas que estão em andamento podem vir a ser paralisadas ou negligenciadas.

 

Ainda segundo Lucindo, não é possível entender a lógica que leva o governo a priorizar constantes cortes nas áreas de Ciência e Tecnologia. “A pesquisa cientifica ou tecnológica precisa existir constantemente se não o país não desenvolve”, afirma. “Mas infelizmente não tem como o ministério funcionar com um corte de quase 50% do seu orçamento”, avalia.

 

A Pró-Reitora de Pesquisa e Extensão da Universidade Tiradentes (Unit), Juliana Cordeiro Cardoso, também concorda com os argumentos apresentados pelo professor Lucindo. Segundo Juliana, as bolsas são imprescindíveis porque embora o professor ‘pense’ a pesquisa, quem a desenvolve são os discentes. “Há professores que já disseram para mim que sem alunos é praticamente impossível levar projetos científicos adiante”, lamenta.

 

Leia na íntegra: Infonet

 

Fonte: Jornal da Ciência, 30 de Abril de 2019

 
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