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Pesquisadores discutem futuro da parceria Brasil-Alemanha em minerais estratégicos

Qui, 25 de Abril de 2019 09:39

 

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) promoveu nesta quarta-feira (24), em Brasília, o Encontro de Cooperação Brasil - Alemanha em terras-raras. O evento trouxe pesquisadores e empresas nacionais para apresentar os projetos em desenvolvimento dentro da parceria e destacar a importância para o Brasil desses materiais, que são usados na indústria eletroeletrônica, de energia limpa e várias outras cadeias de produção.


Na ocasião, o diretor do Departamento de Tecnologias Estruturantes, Jorge Mario Campagnolo, falou sobre a importância da mineração para o país, ressaltando que o setor é responsável 9,4% das exportações brasileiras. “Nós acreditamos que, mesmo com todo o contingenciamento que tivemos nos últimos anos e com as dificuldades orçamentárias que ainda temos, é importante continuarmos trabalhando juntos, buscando outras parcerias, identificando o que é possível fazer, daí a importância de eventos como este”, afirmou. O diretor destacou, também, o Plano de CT&I para Minerais Estratégicos 2018-2022, lançado no ano passado, e o programa Inova Mineral. “Nós estamos trabalhando para conseguir mais recursos para a inovação no setor e podem ter certeza de que não mediremos esforços para isso”, concluiu.


O Brasil possui um acordo de cooperação com a Alemanha em terras-raras e metais estratégicos desde 2015. O objetivo nacional é agregar valor ao minério extraído no país e desenvolver tecnologias competitivas e sustentáveis. Um dos projetos em andamento é um “superímã verde” para a geração de energia eólica, cuja produção segue regras ambientalmente corretas. O Brasil possui a segunda maior reserva de elementos terras-raras, perdendo para a China.


Os elementos terras-raras correspondem a um conjunto de dezessete elementos químicos que compreendem os quinze lantanídeos mais o escândio e o ítrio. Esses materiais são usados em catalisadores para refino de petróleo, setores de alta tecnologia e energias limpas, o que inclui ímãs para turbinas eólicas, motores de veículos elétricos, baterias para dispositivos portáteis móveis e substâncias para LED e displays.

 


A parceria voltada às terras-raras foi batizada projeto Regina (Rare Earth Global Industry and New Application) e envolve nove instituições nacionais e nove alemãs:

 

Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT)

Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (CERTI)

Centro de Tecnologia Mineral (CETEM)

Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM)

WEG

Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (CODEMGE)

Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI)

Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN)

Fraunhofer-Projektgruppe IWKS (IWKS)

Technische Universität Darmstadt (TUD)

Helmholtz Zentrum Dresden Rossendorf (HZDR)

Technische Universität Clausthal (TUC)

RWTH Aachen Institut für Metallurgische Prozesstechnik und Metallrecycling (IME)

Technische Hochschule Georg Agricola (THGA)

Outotec

KME Germany GmbH & Co. KG (KME)

GMB Magnete Bitterfeld GmbH (GMB)

 

Fonte: MCTIC

 
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